A Madona de Cedro (minissérie)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
| A Madona de Cedro | |
|---|---|
| Informação geral | |
| Formato | Minissérie |
| Duração | 30 min. aproximadamente |
| País de origem | Brasil |
| Idioma original | Português |
| Produção | |
| Elenco | Andréa Beltrão Humberto Martins Carlos Vereza Eva Wilma Paulo José e grande elenco |
| Exibição | |
| Emissora de televisão original | |
| Transmissão original | 26 de abril de 1994- 6 de maio de 1994 |
| Nº de episódios | 8 |
| Portal Séries de televisão · Portal Televisão Projeto Televisão · Projeto Entretenimento | |
Índice[esconder] |
[editar] Sinopse
Delfino Montiel, um sujeito calmo e bastante religioso, sai de Minas Gerais para conhecer o Rio de Janeiro. Além de se encantar com o mar, se apaixona por Marta, que corresponde aos seus sentimentos. Vindo de uma vida simples, querendo se casar e dar conforto para sua amada, acaba se metendo em confusão. Convencido pela quadrilha de Vilanova e seu amigo Adriano para conseguir dinheiro, rouba a uma madona esculpida por Aleijadinho. Após o roubo, entra num processo destrutivo de culpa, pois sua atitude fugiu completamente dos seus princípios morais e religiosos. Apesar de ter sido por amor, Delfino praticamente enlouquece de remorso, não conseguindo livrar-se da culpa que sente por ter roubado a imagem, impedindo-o de ser realmente feliz ao lado de Marta, que era uma mulher bonita e sincera.[editar] Elenco
| Ator | Personagem |
|---|---|
| Andréa Beltrão | Marta |
| Humberto Martins | Maneco (Manuel Mourão) |
| Isadora Ribeiro | Neusa |
| Roberto Bomtempo | Alfredo |
| Andréa Richa | Lola Boba |
| Eloísa Mafalda | Efigênia |
| Yara Cortes | Emerenciana |
| Eduardo Moscovis | Delfino Montiel |
| Roberta Indio do Brasil | Diana |
| Daniela Escobar | Laura |
| Carlos Vereza | Vilanova |
| Paulo José | Pedro |
| Stênio Garcia | Padre Estêvão |
| Fábio Sabag | Delegado |
| Milton Gonçalves | Sinval |
| Eva Wilma | Maria |
| Carlos Zara | Juvenal |
[editar] Bastidores
- A Madona de Cedro foi gravada basicamente em externas, nas três cidades mineiras, Congonhas, Mariana e Ouro Preto, numa produção que envolveu uma equipe de 95 pessoas, entre atores e técnicos.
- Chuvas muito fortes adiaram as gravações por 15 dias, mas o mau tempo acabou por favorecer a gravação da procissão, numa das principais cenas da minissérie, com 400 figurantes.
- A madona usada nas gravações foi copiada da obra original de Aleijadinho pelo escultor Hélio Petrus, de Mariana. O artista cedeu algumas de suas obras e seu material de trabalho para compor o cenário do ateliê de Delfino, personagem de Eduardo Moscovis.
- O ator Paulo José, intérprete do personagem Pedro, chegou a ficar quatro horas de braços abertos para que se fizesse uma corcunda em suas costas.
- O romance de Antônio Callado já havia tido uma versão para o cinema em 1968, filmada por Carlos Coimbra e tendo no elenco Leonardo Villar (Delfino), Leila Diniz (Marta), Sérgio Cardoso (Pedro), Ziembinski (Vilanova), Cleyde Yáconis (Lola Boba) e Jofre Soares (Padre Estêvão), entre outros.

Nenhum comentário:
Postar um comentário